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Como ler uma infocaixa de taxonomiaCerejeira
Cerejeiras junto à lagoa "Tidal Basin", em Washington, D.C
Cerejeiras junto à lagoa "Tidal Basin", em Washington, D.C
Estado de conservação
Segura
Classificação científica
Reino: Plantae
(sem classif.) Magnoliopsida

Magnoliophyta

Clado: angiospérmicas
Clado: eudicotiledóneas
Clado: rosídeas
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Rosales
Família: Rosaceae
Subfamília: Prunoideae
Gênero: Prunus
Subgênero: Cerasus
Espécies
Ver texto

A cerejeira refere-se a várias espécies de árvores frutíferas de clima temperado cuja maioria são originárias da Ásia, algumas frutíferas, outras produtoras de madeira nobre. Estas árvores classificam-se no subgênero Cerasus incluído no gênero Prunus (Rosaceae). Os frutos da cerejeira são conhecidos como cerejas, algumas delas comestíveis. Três espécies são originárias da Europa e duas da América.[1]

O cultivo da cerejeira é realizado em regiões frias.[vago] Necessitam de 800 a 1000 horas de frio para que possam produzir satisfatoriamente em áreas com Invernos frios e chuvas.[vago]

Entre as espécies deste gênero estão:

Outras cerejeiras

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A amburana é uma árvore brasileira da família Fabaceae, produtora de madeira nobre.

O Jatobazeiro Jatobá é uma árvore da família Fabaceae, produtora de madeira nobre.

A cereja-do-rio-grande é uma árvore frutífera brasileira, da família Myrtaceae.

O pêssego-do-mato é outra árvore frutífera brasileira da família Myrtaceae.

Simbologia

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Originária da Ásia, na cultura japonesa (chamada de sakura [], identificando tanto a cerejeira quanto a flor de cerejeira), a cerejeira era associada ao samurai cuja vida era tão efémera quanto a da flor que se desprendia da árvore. Já o fruto tem o significado de sensualidade. Por seu vermelho intenso e maduro, a cereja suculenta é talvez o exemplo mais proeminente. O suco de cereja madura é de tão intenso sabor e cor que tem sido freqüentemente comparado ao primeiro gosto do amor. Na aparência, das cerejas têm sido dito que lembram os lábios de uma amante, e quando mordê-lo em uma cereja, o fruto dá a aparência de sangrar. Há muito tempo existe uma ligação erótica para o fruto da árvore de cereja. Há um costume japonês, chamado hanami (literalmente: ver as flores) de ir aos parque contemplar as flores, especialmente a flor de cerejeira, na época de florescimento.

A flor da cerejeira já foi considerada uma das flores mais belas, tanto pelo seu formato como pela delicadeza e espessura das suas pétalas. Na Índia essa flor é considerada sagrada, e nas casas que tem essa flor nunca falta nada, diz a lenda da flor de cerejeira da Índia.

Produção

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Portugal

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A produção de cerejas em Portugal alcançou, em 2015, as 17,7 mil toneladas, muito acima da média dos últimos anos, apresentando os frutos boa qualidade.[2]

Referências

  1. Goncalves, Berta; Carlos M. Correia; Ana Paula Silva; Eunice A. Bacelar; Alberto Santos; José M. Moutinho-Pereira (20 de maio de 2008). «Leaf structure and function of sweet cherry tree (Prunus avium L.) cultivars with open and dense canopies». Scientia Horticulturae. Scientia Horticulturae. 116 (4): 381–387. doi:10.1016/j.scienta.2008.02.013 
  2. INE, Estatísticas Agrícolas - 2015, pág. 21.

Bibliografia

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  • Harri Lorenzi, Árvores Brasileiras, vol. 1, Instituto Plantarum.
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agosto de 2003). «Worker caste polymorphism has a genetic basis in Acromyrmex leaf-cutting ants». Proceedings of the National Academy of Sciences (em inglês)

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«Anti-oxidative effect of triterpene acids of Eriobotrya japonica (Thunb.) Lindl. leaf in chronic bronchitis rats». Life Sciences. 78 (23): 2749–2757. doi:10.1016/j

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Caroline S. (10 de novembro de 2018). «Polyphagy and florivory prevail in a leaf-beetle community (Coleoptera: Chrysomelidae) inhabiting the canopy of a tropical

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julho de 1994). «Developmental Light Level Affects Growth, Morphology, and Leaf Physiology of Young Carambola Trees». Journal of the American Society for

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Cambridge University Press. ISBN 978-0521461436  Joyce, Hetty (1979), «Form, Function and Technique in the Pavements of Delos and Pompeii», Archaeological Institute

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John D.; Morris, Henry M. (1998). The Modern Creation Trilogy. [S.l.]: New Leaf. p. 36  Bowler 2003, p. 249. Quammen 2006, p. 221. Yampolsky, L. Y.; Stoltzfus

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